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Suporte Psicológico

Anxiety
Ansiedade

A ansiedade é em geral os problemas que mais cercam as pessoas, por diversos motivos. Observando a nossa rotina, onde somos constantemente submetidos a mudanças, agilidade em fazer as coisas, correria do dia a dia, entre casa, trabalho, família, filhos, relacionamentos e entre outros e ficamos dispersos dos momentos que vivemos e esquecemos de apreciar.  Em diversos estudos a ansiedade nada mais é que um estado emocional, pelo manual psiquiátrico (DSM-IV) a ansiedade pode apresentar em três maneiras: 

A Ansiedade prolongada: São sintomas descritos como uma pessoa se sente; impaciente, cansada, nervosa ou excitada, irritada, sofre de tensão muscular e é incapaz de dormir ou se concentrar.

Ansiedade Aguda (pânico): São sintomas um pouco mais intensa como; taquicardia, transpiração, tremores, dificuldade em respirar, dores abdominais ou no tórax, náuseas, tonturas e extremo medo(da morte, insanidade ou perda do controle).

Ansiedade atrelados a outros sintomas: Quando a pessoa enfrenta a ansiedade de forma que acaba fazendo uso de álcool ou drogas, reações extremas ou involuntárias de dissociação, transtornos alimentares, rituais compulsivos, violência e outros comportamentos projetados para evitar a ansiedade.

(Bolstad, R, Hamblett. M, 2008)

Depression
Depressão

A Depressão tem várias formas de diagnosticar pelo DSM-5, os pacientes pode apresentar quadros de depressão provenientes de várias formas, 

Os transtornos depressivos ocorrem em qualquer idade, mas normalmente se desenvolvem em meados da adolescência, terceira ou quarta década de vida. Em contextos de atenção primária, até 30% dos pacientes relatam sintomas depressivos, porém < 10% têm depressão maior.

Os sentimentos negativos da desmoralização e desolamento, ao contrário daqueles da depressão, ocorrem em ondas que tendem a estar vinculadas a pensamentos ou lembranças do evento incitante, desaparecem quando as circunstâncias ou os eventos melhoram, podem ser intercalados com períodos de emoção e humor positivos e não são acompanhados de sentimentos difusos de inutilidade e autoaversão. 

Pessoas que tiveram um episódio de depressão maior têm risco maior de episódios subsequentes. Pessoas que são menos resilientes e/ou que têm tendências ansiosas podem ter mais chance de desenvolver transtorno depressivo. Muitas vezes, tais pessoas não desenvolveram as habilidades sociais para se ajustar às pressões da vida. A depressão também pode se desenvolver em pessoas com outros transtornos mentais.

(Manual MSD on line)

Relationships
Relacionamentos em Geral

No nosso cotidiano, estamos em constante relacionamentos (interação) com os pais, parentes, amigos, namorados, colegas, até mesmo nas nossas atividades, corriqueiras (mercado, shopping, lotação, metrô, trem, trabalho, etc), e muitos apresenta dificuldade de se relacionar em geral, no qual identificamos um problemas nas habilidades sociais da pessoa.

As habilidades sociais são aquelas que ajudam as pessoas a expressar seus desejos, sentimentos e atitudes de forma adequada, no âmbito social, familiar e profissional. 

As pessoas que a dominam possuem um comportamento adequado e respeitoso em relação a atitudes, sentimentos, opiniões e crenças.

As habilidades sociais podem ser divididas em seis categorias.

Comunicação: Envolve os elementos básicos de habilidade social, como iniciar ou manter uma conversa, formular e responder perguntas, além da capacidade de elogiar, dar e receber feedbacks.

Civilidade: Interações que podem ser comparadas a gatilhos educacionais, como cumprimentos e a capacidade de agradecer e de solicitar um favor.

Enfrentamento: Habilidade de se posicionar, também relacionada à forma como são manifestadas opiniões, concordâncias, discordâncias, reconhecimento de erros e pedidos de desculpas.

Inclui também a maneira de se relacionar com o sexo oposto e de expressar sentimentos.

Empáticas: A empatia diz respeito à capacidade de reconhecer sentimentos, de se identificar com o outro, colocar-se no lugar dele e expressar apoio pela perspectiva de terceiros.

Trabalho: Poder de coordenar grupos específicos, de tomar decisões, mediar conflitos, falar em público e resolver questões interpessoais.

Positividade: Capacidade de fazer amizades, expressar solidariedade e cultivar sentimentos como carinho e amor.

Couples Therapy
Terapia de Casal

O principal objetivo da terapia de casal é ajudar o casal a reestabelecer o diálogo saudável e construtivo.

Na terapia de casal há um espaço neutro, acolhedor, cuidadoso e protegido, que ajuda o casal a repensar sobre a relação, se conhecerem melhor e procurar saídas para suas questões, minimizar o desconforto na convivência, mágoas e desencontros, ou até mesmo para acompanhar em situações de litígios e términos de relações. O importante não é só cuidar da relação, mas também, e principalmente, dos indivíduos.

As sessões de casais não é um espaço para julgamentos e acusações, e sim para ajudar o casal a construir um relacionamento saúdável e duradouro.

O psicólogo tem a função de escutar e perguntar para obter respostas que ajudem a clarear os pacientes sobre o que está sendo dito, não há conselhos nem palpites, nesse processo é importante o casal a enxergar novas possibilidades e resolverem juntos os conflitos, seja eles quais forem.

Os sinais de que a relação pede ajuda:

 

A rotina e os hábitos muitas vezes mascaram problemas na relação, que ao longo do tempo geram só mais distanciamento e desinteresse. É claro que uma relação não pode estar em debates permanentemente, mas a ausência de diálogo e de atenção, queixas constantes ou mera indiferença são sinais de que algo não vai bem.

Tristeza: Um dos cônjuges, ou ambos, encontram-se frequentemente tristes e depressivos.

Irritabilidade: Você ou seu cônjuge ficam facilmente irritados, até mesmo por motivos “tolos”.

Só mais uma hora sem ninguém me “encher”: Falta de vontade de passar tempo ao lado do cônjuge ou de voltar para a casa.

Nem sei quando foi a última vez: Pouco ou nenhum desejo sexual, com afastamento físico e quebra da intimidade.

Não aguento mais!; Brigas frequentes, que abrem cada vez mais espaço para o desrespeito e agressões (mesmo que só verbais).

Não estou nem aí…:Falta de interação e indiferença quanto ao silêncio do casal, mesmo sobre assuntos que requerem diálogo.

Isto é seu problema, não meu!: Afastamento afetivo e indiferença quanto aos sentimentos um do outro.

Você não vai comigo!: Mentiras recorrentes, traição e excesso de situações que excluem a participação do cônjuge.

Pensando nos Filhos: Um fato que deve ser levado em conta pelos casais é o quanto os filhos estão sendo afetados pelos conflitos da relação. A desarmonia e o sofrimento de um casal não passam despercebidos pelos filhos e podem estremecer sua segurança emocional.

Objetivo final: ser feliz

O objetivo final é ser feliz, seja qual for caminho a ser tomado. E isto é possível com abertura, franqueza e compromisso com uma relação que, ainda que esteja abalada, merece ser olhada com respeito e maturidade.

Autor: blog.nossosdoutores.com.br/terapia-de-casal/

Trauma
Traumas e lutos

 

 

Luto é uma experiência humana extremamente dolorosa, derivada de experiências que envolvem perdas significativas, traumáticas ou não. Normalmente, não existe trauma diante de eventos considerados normais ou cujo desfecho vem sendo, de alguma forma, esperado, preparado.

O processo de elaboração de lutos traumáticos tende a ser longo e árduo, por tratar-se de uma dor indizível e incomensurável. É muito reconfortante sentirmos que existe solidariedade e afeto, poder manifestá-los, acolher e sermos acolhidos, compreender e sermos compreendidos, respeitar e sermos respeitados.  

A elaboração do luto nunca se dá num processo linear, mas apresenta oscilações, altos e baixos, avanços e recuos. O apoio das demais pessoas é decisivo, e geralmente nada tem a ver com “bons conselhos”, mas sim com presença e acolhimento, adequados às singularidades de cada caso, de cada pessoa, de cada família. Isto pode significar, eventualmente, tolerância muito sincera a necessidades de silêncio e de afastamentos. Há maneiras e maneiras de demonstrarmos que estamos juntos e que realmente podemos contar uns com os outros.

 

Autora: Anton. I, L, C. Traumas e Lutos.

Adolescent Therapy
Autoconhecimento

Autoconhecimento é um termo usado na psicologia para descrever as informações que um indivíduo utiliza ao encontrar uma resposta para uma pergunta complexa: “Quem sou eu?”.

Conhecer a si mesmo é uma das habilidades mais importantes para o desenvolvimento e crescimento do indivíduo em todas as áreas de sua vida.

Saber lidar com situações e emoções diversas impactam diretamente na forma com que nos relacionamos com as pessoas e com o mundo ao nosso redor. Consequentemente, a forma com que lidamos com as pessoas e situações impactam na nossa sensação de bem-estar e felicidade.

 

Uma das principais características do autoconhecimento é que possibilita que o indivíduo se enxergue como ele realmente é, e não quem pensa ser. Em outras palavras, quer dizer que a pessoa tem clareza de sua personalidade, das suas atitudes e de suas emoções diante de situações e adversidades que são enfrentadas e vivenciadas em sua jornada.

Ter a consciência de quem é, e saber os pontos que precisa melhorar ou potencializar. Permite que o indivíduo desenvolva o seu máximo potencial e através de sua alta performance alcance o sucesso e realização pessoal.

O processo de autoconhecimento leva às pessoas a desenvolverem o seu potencial em busca do que lhe faz feliz. 

Conhecer aspectos importantes sobre sua individualidade ajuda a reforçar atitudes que o levem para mais próximo de sua autorrealização. É possível fazer mudanças necessárias e até mesmo eliminar atitudes que impeçam ou dificultem o seu desenvolvimento pessoal.

A descoberta de si mesmo se dá através de reflexões. Análise de seus pensamentos e ações! O autoconhecimento é capaz de provocar uma consciência e atitude de poder e controle sobre eles. 

Durante o processo de autoconhecimento é possível identificar traços de sua personalidade. Reconhecer atitudes que te impedem de alcançar os seus objetivos. É possível fazer ajustes e melhorias para que você se torne uma pessoa melhor, independente da área que deseja se sentir satisfeito. Por fim, traçar estratégias para alcançar suas metas.

É através do autoconhecimento que é possível traçar metas e objetivos. Distinguir pessoas e situações que são positivas para a sua jornada e quais devem ser descartadas ou requerem um pouco de afastamento.

O autoconhecimento está diretamente ligado ao propósito de vida de uma pessoa. Sua missão no mundo, o que a faz feliz e se sentir plenamente realizada. 

Quando você se conhece e sabe o que quer para a sua vida, fica mais fácil tomar atitudes e decisões que te levem a realizar o seu propósito.

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